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J. Eskine une arrocha e funk ao lado de Kevin O Chris em single “Baile no Rio”

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Lançamento, que chega às plataformas em 11 de junho, conecta a sonoridade de Salvador e Rio de Janeiro

(Créditos: Som Livre)

O cantor J. Eskine dá sequência aos lançamentos do ano com “Baile no Rio”, single em parceria com Kevin O Chris, que chega às plataformas digitais neste dia 11 de junho, às 21h. Apostando na união entre o arrocha e o funk, os artistas trazem uma faixa marcada pelo refrão chiclete e conexão entre Salvador Rio de Janeiro, cidades que funcionam como pano de fundo para o encontro musical – ouça aqui

A colaboração entre os amigos nasceu a partir de um convite feito por Kevin O Chris, artista que J. Eskineadmirava há anos. “Eu sempre fui muito fã do Kevin. Quando ele mandou mensagem, não tinha como recusar. A gente foi mantendo contato até chegar nessa ideia de produzir a música”, relembra.

Pensada para o público dos dois artistas, “Baile no Rio”parte justamente da fusão entre identidades musicais e culturais. A construção da faixa também aconteceu de forma colaborativa. “Ele me mandou o projeto com várias partes e falou para eu escolher o que fazia mais sentido. Quando a gente entrou no processo de criação, vimos uma junção muito forte”, conta.

Para além da música, “Baile no Rio” traduz a afinidade entre duas cidades conhecidas pela intensidade cultural e energia popular. Para Eskine, essa conexão foi essencial para o resultado: “Salvador e Rio são muito parecidos no clima, na energia e na forma como as pessoas vivem. Quando eu chego no Rio parece que estou em casa. E geralmente a galera do Rio também se sente em casa em Salvador. Acho que isso se conectou ainda mais dentro da música.” 

Antes mesmo da estreia oficial da faixa, os artistas anteciparam seu universo durante o “Baile do Gangster”, nova label de eventos criada por J. Eskine e realizada no último dia 3 de junho. Inspirada na estética dos bailes funks cariocas sem abandonar a identidade “Peaky Blinders” do autointitulado “Gangster do Arrocha”, a festa reuniu nomes como Oh Polêmico, Spark Davizinho, além da participação especial de Kevin O Chris.

O evento em Salvador também serviu como cenário para parte do videoclipe oficial do lançamento. Bastidores, encontro dos artistas, interação com fãs e a primeira performance ao vivo da faixa foram registrados para compor um audiovisual com estética espontânea e imersiva, aproximando o público da atmosfera vibrante que marca o lançamento. 

Sobre J. Eskine

Jonathan Souza Santana (Salvador, 29 de dezembro de 1999), mais conhecido como J. Eskine, é um cantor e compositor brasileiro. Ele ganhou destaque nacional no final de 2024 com o lançamento da canção “Resenha do Arrocha”, que alcançou a primeira posição na Billboard Brasil Hot 100 e conquistou a categoria de Arrocha do Ano no Prêmio Multishow 2025. Foi um dos artistas mais populares do Brasil em 2025 de acordo com a lista da Billboard Artista 25.

J. Eskine, de 26 anos, nasceu no bairro do Uruguai, na Cidade Baixa de Salvador, e ganhou o apelido de Gângster do Arrocha graças ao seu estilo autêntico e marcante no gênero musical. A trajetória dele começou ainda na escola, cantando enquanto um amigo tocava violão. Entre 2018 e 2019, também participava de batalhas de rap com amigos, publicando os registros no YouTube e nas redes sociais.

Antes de se firmar no arrocha, Eskine passou pelo rap e pelo trap, buscando oportunidades para mostrar seu talento e ganhar um trocado se apresentando em ônibus e ferry boats. J. Eskine decidiu apostar no arrocha, um dos ritmos mais populares do Nordeste, para dar um novo rumo à sua carreira musical. Alef Donk, empresário que acompanha o cantor há cinco anos, conta que essa transição foi uma escolha estratégica e natural, já que o estilo combina perfeitamente com a vibe e o talento de Eskine.  

Após lançamentos de singles avulsos entre 2020 e 2024, em novembro do ano passado, J. Eskine lançou “Resenha do Arrocha”, que lhe catapultou para o reconhecimento nacional. A música viralizou nas redes sociais e ganhou criações assinadas por grandes creators do Brasil, como Virgínia Fonseca e Gabi Brandt, que deram um gás e ajudaram no crescimento da faixa em plataformas como o TikTok. No YouTube, por exemplo, o clipe da música alcançou a marca de 1 milhão de visualizações em apenas 11 dias!

Em junho de 2025, J. Eskine liberou nas plataformas de áudio o seu primeiro álbum. Intitulado, “Nem Só de Maluquice Vive o Homem”.

Sobre a Som Livre

Som Livre é a gravadora com DNA 100% brasileiro e um pilar fundamental na construção da identidade musical do país. Com um legado de mais de 50 anos, é reconhecida internacionalmente pela sua capacidade de revelar e consolidar grandes nomes da música nacional. Referência em curadoria, a Som Livre mantém o selo slap e projetos autorais que ditam o ritmo do mercado, além de deter um catálogo histórico com ícones musicais que fazem parte do imaginário do Brasil.

Desde 2022, como parte da Sony Music Entertainment, a gravadora potencializa o alcance global da nossa cultura, investindo continuamente na diversidade de ritmos e no desenvolvimento de carreiras de impacto no ecossistema do entretenimento.

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Day e Lara entram em clima de Copa do Mundo e lançam o primeiro do EP da segunda edição do “Resenha das Braba”

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Após encantar fãs e artistas com a faixa “Do Nada”, em colaboração com Mariana Fagundes e Lary, Day e Lara lança no dia 11/06 o primeiro EP do “Resenha das Braba”, com sucessos que marcaram os anos 2000. 

O Resenha das Braba, projeto de Day e Lara, une propósito e paixão pelo futebol e música.

Com times formados por cantoras e compositoras, a dupla jogou bola, celebrou o esporte e realizou a gravação da segunda edição do álbum, com músicas que transmitem energia, versatilidade e autenticidade. Gravado em dezembro de 2025, elas contaram com as participações de Mariana Fagundes e Lary, que integram a gravação do audiovisual em faixas poderosas. Entre elas, a “Do Nada”, que marcou o primeiro lançamento do projeto e agora ganha a adição de duas regravações de sucessos dos anos 2000 em novo EP: “Você Não Vale Nada/ A Carne É Fraca/ Ai Que Dó” e “Não Desliga O Telefone/ Tchic Bum/ A Lua Me Traiu”.

Composta por Day, Lary, Thallyson Lima e Paulo Vitor e produzida por Matheus Barcelos, a “Do Nada” fortalece um momento único na carreira das quatro artistas, que vem se destacando cada vez mais no cenário musical, sendo uma celebração em conjunto de todas as suas trajetórias, dizendo que nada é do nada! Mas sim o reflexo de sonhos e batalhas diárias para conquistá-los.

Day e Lara vem de uma série de construções consistentes, com projetos chamativos e com mensagens claras de autenticidade, buscando fugir do óbvio e fazer o diferente. Com os destaques dos lançamentos da primeira edição do Resenha das Braba, com “Minas com Goiás”, “Essa Cidade É Um Ovo” e “Nunca É Demais” e a gravação do “Juntô, Cabô!”, com a dupla Bruno & Denner, no Rancho do Sertanejeiro, em Barretos/SP, com as faixas “Paredão Eclético”, “Então Me Deixa”, “Saudadaida”, “Você Faz Falta Aqui/Tudo Que Vai Um Dia Volta” e “Saveiro Rebaixada”, a dupla celebrou as suas próprias composições, explorou gêneros e estilos diferentes.

Já Lary, referência no pagode, acumula hits como cantora e compositora no pagode, pop e R&B, destacando-se com a faixa “Em Busca Da Minha Sorte”

, que conquistou o coração do

público com sua mensagem sobre a forma de enxergar a vida. E Mariana Fagundes, com o sucesso de “Silêncio”, versão da música de Marília Mendonça, com 38 milhões de streams, “Peão Todo Tatuado”, que foi Top 1 do Spotify Brasil com mais de 34 milhões de streams e “Insegurança/ Fim Da Noite” com mais de 21 milhões de streams, também com entrada nos charts virais, conquistou os holofotes com a sua personalidade única e voz potente. Amigas e parceiras na música e na composição, Day e Lara, Mariana Fagundes e Lary celebram a si mesmas, as suas trajetórias, desafios e sucessos, nessa nova faixa em conjunto.

Para tornar esse momento ainda mais especial, o 5° maior resort do Brasil, o Mavsa Resort, localizado em Cesário Lange/SP, reuniu cantoras e influenciadoras para celebrar o mês das mulheres e ser palco da premiére da “Do Nada”

, que contou como uma coletiva de imprensa e a transmissão em primeira mão do clipe para os convidados, durante os dias 04,

05 e 06 de março.

Com o lançamento, o carinho da música se tornou ainda mais forte. Com mais de 4 mil vídeos produzidos com a faixa nas redes sociais, a “Do Nada” virou trilha sonora de pessoas que estão no caminho para realizar os seus sonhos. Cantores, empreendedores, fãs e muitas outras pessoas, compartilharam a música destacando as suas histórias com fé e entusiasmo. Entre os elogias, a dupla Zé Neto & Cristiano e a cantora Claudia Leitte demonstraram publicamente o gosto pela música, que já conta com mais de 317 mil streams no Spotify e 419 mil visualizações no clipe no YouTube, além de vídeos virais que ultrapassam 1 milhão de visualizações.

Agora, para o primeiro EP do projeto, que será lançado no dia 11 de junho de 2026, às

21:00 em todas as plataformas de áudio,”Do Nada” se une as regravações “Você Não Vale Nada/ A Carne É Fraca/ Ai Que Dó” e “Não Desliga O Telefone/ Tchic Bum/ A Lua Me Traiu”, acrescentando o brega e o forró na versatilidade da dupla Day e Lara, além de retomar sucessos que marcaram o Brasil durante os anos 2000 nas vozes de Banda Calcinha Preta, Banda Calypso, Jorge & Mateus e Janaynna, Thaeme & Thiago, Banda Djavú e Companhia do Calypso. Tudo isso embalado pelo clima de futebol e Copa do Mundo, celebrando o Brasil e torcendo pelo hexa com: “vão falar que foi do nada!”.

“Do Nada” é sobre sonhar, batalhar pelo seu sonho e celebrar não só os resultados, mas também o processo e a dupla Day e Lara segue reforçando o seu propósito como cantoras e compositoras, através do projeto “Resenha das Braba”, que agora ganha novas adições que prometem envolver o público!

Zé Neto & Cristiano assumem gestão de Kleo Dibah & Rafael em anúncio do retorno definitivo da dupla

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Após planejarem uma volta pontual aos palcos, a dupla inicia um novo capítulo da carreira, e o que era para ser “Pra Matar Saudade” se torna a turnê “Cancela O Nosso Adeus”

O que seria apenas uma turnê comemorativa em 2026 ganhou novos rumos. Kleo Dibah & Rafael, uma das duplas mais respeitadas da geração do sertanejo universitário, estão oficialmente de volta ao mercado de forma definitiva. E o retorno acontece pelas mãos de Zé Neto & Cristiano, que passam a atuar também como empresários dos artistas à frente da ZNEC Produções.

A proposta inicial previa um retorno pontual para celebrar a trajetória da dupla, que marcou os anos 2010 com sucessos como “Se Eu Me Entregar”, “Sinceramente”, “Cicatrizes” e “Podia Ser Nós Dois”. Após conversas e identificação com o projeto, Zé Neto & Cristiano decidiram investir no potencial artístico de Kleo e Rafael, propondo uma retomada permanente da carreira, e agora o que era “Pra Matar Saudade” se torna o “Cancela O Nosso Adeus”, nome da próxima turnê da dupla

Ao longo dos anos, Kleo Dibah & Rafael construíram uma história de respeito dentro do sertanejo. Além do repertório que conquistou fãs por todo o Brasil, a dupla acumulou parcerias com os maiores nomes da música sertaneja, entre eles: Henrique & Juliano, Gusttavo Lima, Marília Mendonça, Maiara & Maraisa e a própria dupla Zé Neto & Cristiano. Musicalmente, sempre foram reconhecidos e elogiados pelos colegas de profissão pela qualidade vocal, interpretação e grandes composições.  “Quando ouvimos que Kleo e Rafael iam voltar só para uma turnê, logo procuramos os meninos para conversar e entender que história era essa. O mercado pedia a volta deles por definitivo e a gente acredita desde sempre no potencial da dupla, inclusive já trabalhamos juntos no passado. A proposta foi única e clara, estávamos prontos para ajudar, mas desde que cancelassem esse adeus”, comentam Zé Neto & Cristiano

Mesmo separados, a conexão do público com o repertório permaneceu viva. Após o primeiro anúncio da volta, Kleo Dibah & Rafael  já alcança mais de 2 milhões de ouvintes mensais só no Spotify, comprovando que suas músicas continuam atravessando o tempo e chegando a novas gerações. 

Mais do que um reencontro nostálgico, “Cancela O Nosso Adeus” representa o resgate de uma das duplas mais talentosas da geração, agora impulsionada pela experiência empresarial de dois dos maiores nomes do sertanejo atual, Zé Neto & Cristiano.

Álbum “Sertanejo Série A” traz a essência do sertanejo em um encontro de gigantes da música

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Projeto que uniu, em Goiânia, Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício, chega completo nas principais plataformas de áudio nesta quinta (28)

O sertanejo escreve mais um capítulo marcante de sua história com o lançamento do álbum completo do projeto “Sertanejo Série A”, que reuniu grandes vozes do gênero em um encontro repleto de emoção, amizade, nostalgia e verdade. Unindo Maiara & MaraisaNaiara Azevedo e Fred & Fabrício, o audiovisual chega nas principais plataformas de áudio nesta quinta (28) e no YouTube na sexta (29) para celebrar a essência da música sertaneja em sua forma mais pura — dos modões eternos à sofrência que atravessa gerações, das histórias cantadas nos bares às canções que fazem parte da vivência do público. Ouça aqui: https://skuta.site/sertanejoseriea. Gravado em Goiânia, cidade reconhecida como berço da música sertaneja, o projeto traduz a atmosfera de uma verdadeira resenha entre amigos, carregada de emoção genuína e paixão compartilhada pelo sertanejo. Mais do que uma gravação, o SSA representa a conexão entre artistas que vivem o gênero musical intensamente, respeitando suas raízes enquanto constroem novos caminhos para o futuro da música. O repertório do projeto mistura clássicos inesquecíveis, modões apaixonados e músicas que atravessaram gerações, criando uma experiência repleta de memória afetiva para os fãs. Entre as faixas presentes estão: “Já Não Sei Mais Nada / Juras de Amor”, “Lágrimas e Chuva / Sonho de Amor”, “Hoje a Noite / Me Usa”, “Quando Um Grande Amor Se Faz”, “Consequências”, “Pecado de Amor / Pare”, “Por Toda a Vida / Só Falta Você”, “Pra Não Pensar em Você / Alguém”, “Chorando Se Foi / Me Dá Seu Coração”, “Por Que Brigamos / Tô Por Aí”, “Rumo a Goiânia / Trevo de Itumbiara”, “Lado Esquerdo / É Disso Que o Velho Gosta” e “Morango do Nordeste / Você”. No lançamento do Vol. 1 do projeto, a releitura de “Já Não Sei Mais Nada”, chegou como uma das grandes apostas dessa união musical, antecipando tudo o que o público pode esperar do álbum completo: interpretações intensas e um repertório que reforça a força eterna da música sertaneja. Quando grandes nomes se encontram em volta da mesma paixão, o resultado é inevitável: história sendo escrita ao vivo. “As músicas desse projeto lindo fazem parte da nossa história e da vida de muita gente. Gravar com nossos amigos foi emocionante porque conseguimos reviver grandes clássicos ao lado de pessoas que admiramos demais. É aquele sertanejo que toca o coração, que traz memória afetiva e faz todo mundo cantar junto”, comenta a dupla Maiara & Maraisa.

Vale ressaltar que uma nova gravação em Araguaína (TO), que ocorreu no dia 26 de maio, já tem movimentado as redes sociais com mais um repertório que promete emocionar os verdadeiros amantes do sertanejo.

O Country Vive: Fiduma & Jeca disponibilizam mais um single inédito do projeto 

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“Sol do Japão” chega às plataformas de áudio e vídeo nesta quinta (11), às 21h 

Foto: Lipe Regis/ Fotos em alta

Ouça aqui

Embalados pelo sucesso de “O Country Vive”, projeto que já acumula quase 110 milhões de streams nas plataformas digitais, Fiduma & Jeca dão continuidade aos lançamentos do audiovisual com a inédita “Sol do Japão”. A faixa chega às plataformas de áudio e ao YouTube nesta quinta, 11 de junho, às 21h, trazendo uma atmosfera romântica e leve.

Composição dos próprios artistas Fiduma e Jeca em parceria com Marco Antonio, “Sol do Japão” retrata o convite para uma noite especial a dois, longe da correria do dia a dia. A letra transforma momentos simples em grandes memórias: observar as estrelas na carroceria de uma caminhonete, dividir uma jaqueta durante a madrugada fria, tocar violão e aproveitar a companhia um do outro até o amanhecer. O refrão ganha ainda mais força com o verso que dá nome à canção: “Até o sol voltar do Japão”, uma forma poética de dizer que a noite parece não ter hora para acabar.

A gente está vivendo uma fase muito especial com o ‘O Country Vive’. Ver o projeto chegando perto de 110 milhões de streams mostra que o público abraçou essa ideia desde o primeiro lançamento. Cada música que chega às plataformas tem uma importância enorme para nós, porque representa um trabalho que foi pensado com muito carinho e dedicação. Estamos muito felizes com tudo o que vem acontecendo e ansiosos para ver a galera recebendo ‘Sol do Japão’”, comenta Fiduma.

Jeca completa: “Esse projeto superou todas as nossas expectativas. Desde a gravação até os lançamentos, tudo aconteceu de uma forma muito especial e a resposta do público tem sido incrível. ‘Sol do Japão’ chega para somar a esse repertório que está marcando nossa carreira e acreditamos que ela tem tudo para conquistar o coração da galera” 

Gravado no Recinto de Exposições de São José do Rio Preto (SP), diante de mais de 3 mil pessoas, o projeto “O Country Vive” vem consolidando uma nova fase na trajetória da dupla. O audiovisual reúne 12 faixas inéditas e participações especiais de Fernando & Sorocaba, Léo & Raphael e Rionegro & Solimões, traduzindo a essência do universo country brasileiro em uma superprodução inspirada nas fazendas texanas, com tecnologia de ponta e uma experiência visual imersiva.

Fiduma & Jeca – Sol do Japão

Lançamento: 11 de junho de 2026

Compositores: Fiduma, Jeca e Marco Antonio 

Letra:

Tava aqui pensando

Será que você já tem planos pra essa noite

Mulher bonita sexta-feira não para em casa

Mas vai que hoje cê não tem nada

Aproveitar a lua cheia no céu

Dançar colado embaixo do meu chapéu

Só bora

Essa é minha proposta

Vou te levar pra ver estrelas na carroceria

Cê pega minha jaqueta, na madrugada fria

Eu, você e o meu violão

Avião passando e nóis em modo avião

Vou te levar pra ver estrelas na carroceria

Cê pega minha jaqueta, na madrugada fria

Eu, você e o meu violão

Avião passando e nóis em modo avião

Até o sol voltar do Japão

NR-1 E Saúde Mental: Multas, Processos Trabalhistas E Presenteísmo Colocam Empresas Diante De Uma Nova Rota De Solução

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A entrada em vigor do novo texto da NR-1, em 26 de maio de 2026, colocou a saúde mental de vez no centro da gestão empresarial. A mudança obriga empresas a identificar, avaliar e controlar riscos psicossociais relacionados ao trabalho, e o descumprimento pode resultar em autuações, multas administrativas e repercussões em eventual responsabilização judicial, segundo o Tribunal Superior do Trabalho.

Para muitas empresas, a primeira dor é jurídica e financeira. Isso porque situações como assédio moral, pressão excessiva, sobrecarga, jornadas desorganizadas e ambientes de trabalho emocionalmente adoecedores deixaram de ser apenas um problema de clima e passaram a entrar com ainda mais peso na lógica de prevenção, fiscalização e responsabilidade do empregador.

Mas existe uma segunda dor, muitas vezes mais silenciosa do que a multa: o presenteísmo. O colaborador está no posto, participa da rotina e aparentemente não faltou, mas já opera com queda de foco, baixa energia, mais erros, menos clareza e menor capacidade de entrega. Estudos e análises sobre o tema mostram que o presenteísmo afeta produtividade e desempenho, além de estar ligado ao desgaste da saúde mental no trabalho.

É justamente aí que muitas empresas perdem dinheiro sem perceber. O custo não aparece apenas em processo trabalhista ou afastamento formal; ele também surge no resultado travado, na equipe lenta, na liderança despreparada, no retrabalho, no conflito recorrente e na cultura que vai se desgastando por dentro. Em outras palavras, a empresa continua funcionando, mas já não performa como poderia.

A nova fase da NR-1 exige uma mudança de mentalidade. Não basta tratar saúde mental como benefício, campanha pontual ou acolhimento depois da crise. A lógica agora é preventiva: reconhecer fatores de risco, enxergar seus efeitos no comportamento e implementar ações capazes de reorganizar o ambiente antes que o dano se consolide.

É nesse ponto que a fala de Gustavo Hohendorff, conhecido como O Reprogramador, ganha força dentro da discussão. “O caos já está implantado. O ponto não é fingir que ele não existe, mas aprender a ser paz dentro dele — e é exatamente isso que O Reprogramador ensina.” Essa leitura conecta diretamente o cenário atual das empresas à necessidade de desenvolver postura, clareza emocional e comportamento saudável dentro da pressão cotidiana.

Nesse cenário, surge uma pergunta inevitável: qual é a rota de solução para empresas que querem proteger pessoas, resultado e reputação ao mesmo tempo? O caminho passa por alguns pilares claros: mapear riscos psicossociais, revisar cultura e práticas de liderança, treinar gestores para ambientes de alta pressão e desenvolver comportamento sustentável dentro das equipes.

É aí que o treinamento comportamental deixa de ser discurso e passa a ter valor prático. Mais do que informar o que a norma exige, ele ajuda a empresa a enfrentar a raiz do problema — a forma como se pensa, se reage, se cobra, se comunica e se lidera dentro da rotina corporativa. Quando isso não é corrigido, o ambiente adoece, o presenteísmo cresce e o risco jurídico deixa de ser hipótese para virar consequência.

Dentro dessa conversa, o nome de Gustavo Hohendorff passa a fazer sentido como parte da solução. Seu trabalho se conecta justamente a comportamento, liderança, pressão, clareza mental e performance em ambientes que precisam reorganizar postura e cultura.

Uma das respostas apresentadas dentro dessa linha é a Reprogramação Comportamental Positiva, metodologia que propõe revisar padrões de pensamento, sentimento e ação para construir equipes menos reativas, lideranças mais conscientes e ambientes mais consistentes emocionalmente. Em vez de atuar apenas no sintoma, a proposta trabalha a estrutura do comportamento que influencia clima, produtividade e capacidade de sustentar resultado sob pressão.

No fim das contas, a nova NR-1 amplia o debate sobre saúde mental, mas também força o mercado a encarar uma verdade incômoda: empresas que ignoram comportamento, cultura e desgaste emocional pagam por isso de algum jeito — seja em multa, processo, presenteísmo ou perda de performance. Para quem entendeu o momento, a solução não é apenas cumprir uma exigência, mas construir um ambiente forte o suficiente para prevenir adoecimento e sustentar resultado ao mesmo tempo.

O livro “A estratégia: recuperação judicial” chega às livrarias em meio à alta das crises empresariais 

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Novo livro de Marcos Pelozato revela os sinais que muitas empresas ignoram antes de entrar em crise e como a recuperação judicial pode preservar negócios viáveis

A recuperação judicial deixou de ser um assunto associado apenas a empresas em colapso para ocupar espaço cada vez maior nas discussões sobre estratégia, gestão de risco e sobrevivência empresarial. Em um momento em que o número de companhias em reorganização financeira alcança patamares recordes no Brasil, cresce também o interesse por conteúdos capazes de explicar como as crises corporativas se formam e quais caminhos podem evitar que dificuldades temporárias se transformem em falências.

É justamente a partir dessa realidade que o advogado, contador e empresário Marcos Pelozato, especialista em reestruturação empresarial, lança o livro “A Estratégia: Recuperação Judicial“. O lançamento oficial da obra acontece no dia 11 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa (Shopping Iguatemi Alphaville), em um evento com sessão de autógrafos e coquetel para empresários e profissionais do setor. O livro reúne as experiências de Pelozato ao longo de 14 anos de atuação e propõe uma análise prática sobre os sinais que antecedem as crises financeiras, os erros mais comuns na gestão de empresas em dificuldade e as alternativas para preservar os negócios. 

Reconhecida como uma das primeiras obras do mercado nacional a abordar a recuperação judicial sob uma perspectiva estratégica voltada ao empreendedor, a publicação busca ampliar a compreensão sobre um tema que tradicionalmente esteve restrito ao universo jurídico. Ao longo dos capítulos, Marcos Pelozato compartilha experiências acumuladas em processos de reestruturação empresarial, abordando desde os primeiros sinais de deterioração financeira até estratégias de negociação, reorganização operacional e preservação dos negócios.

Para Marcos Pelozato, a principal mensagem do livro está na importância da prevenção e da capacidade de agir antes que a crise se torne incontrolável. 

“Empresas raramente quebram de forma repentina. Na maioria das vezes, o colapso é precedido por sinais ignorados e demora na tomada de decisões. Quanto antes esses fatores forem identificados, maiores serão as chances de preservar o negócio”, afirma.

Publicado pela Editora Way Unity, especializada em protocolos educacionais, obras técnicas e publicações de profissionais de destaque em seus segmentos de atuação, o livro chega ao mercado em um momento de crescente interesse por temas ligados à reestruturação empresarial, governança corporativa e gestão de crise.

O evento é aberto ao público, mas as vagas são limitadas. Os interessados devem confirmar presença previamente pelo link disponibilizado pela organização.

Evento

Lançamento do livro: A Estratégia : Recuperação Judicial

Data: 11 de junho de 2026

Horário: 19h

Local: Livraria da Travessa – Shopping Iguatemi Alphaville

Confirmação de presença:
https://forms.gle/3xKdCrcsGnr9H7Dm7Livro disponível em:
https://livrariawayunity.com.br

Por que a nova NR-1 vai além da conformidade para se tornar o novo pilar da segurança jurídica

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A atualização da norma redefine o gerenciamento de riscos e exige que gestores antecipem passivos trabalhistas por meio de uma governança mais robusta e estratégica

Empresários brasileiros começam a rever contratos, políticas internas e rotinas de gestão diante das atualizações da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata das diretrizes gerais de segurança e saúde no trabalho. As mudanças ampliam a exigência de gestão preventiva de riscos ocupacionais e aumentam a responsabilidade jurídica das empresas em relação à saúde física e mental dos trabalhadores, tema que tem recebido atenção crescente do Judiciário e dos órgãos de fiscalização

Marcus Marques, especialista em gestão de pequenas e médias empresas e fundador do Grupo Acelerador, afirma que a mudança regulatória exige uma postura mais estratégica dos gestores. “Com as mudanças da NR-1, a responsabilidade jurídica das empresas deixa de ser apenas reativa e passa a exigir gestão preventiva. O empresário precisa se antecipar, porque o risco não está apenas na operação, mas também na forma como a empresa documenta e gerencia suas relações de trabalho”, diz.

O novo modelo de gerenciamento de riscos

A NR-1 estabelece as disposições gerais de segurança e saúde no trabalho e determina que empresas adotem um modelo estruturado de gerenciamento de riscos ocupacionais. A norma consolidou o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), que exige identificação de perigos, avaliação de impactos e implementação de medidas preventivas documentadas. Na prática, isso amplia o dever das organizações de monitorar não apenas riscos físicos presentes no ambiente laboral, mas também fatores organizacionais que possam afetar a saúde e a segurança dos trabalhadores.

Dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, iniciativa do Ministério Público do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho, mostram que o Brasil registrou mais de 612 mil acidentes de trabalho em 2023, ano base das estatísticas oficiais mais recentes. O volume de ocorrências mantém a pressão por políticas de prevenção e gestão mais estruturada dentro das empresas.

A linha de defesa contra o passivo trabalhista

O avanço da judicialização das relações de trabalho também contribui para o alerta. Levantamento do Conselho Nacional de Justiça aponta que a Justiça do Trabalho recebe milhões de novos processos todos os anos, o que mantém o tema da responsabilidade empresarial no centro das discussões jurídicas.

Para Marques, parte desse contencioso nasce da falta de prevenção e de formalização adequada das relações dentro das empresas. “Muitos empresários ainda tratam contratos, políticas internas e normas de segurança como burocracia. Na prática, esses documentos são a linha de defesa jurídica da empresa. Quando a estrutura é frágil, o risco de passivo trabalhista aumenta”, afirma.

O especialista explica que as mudanças trazidas pela NR-1 exigem três movimentos principais dentro das empresas: compreender o que muda na legislação, adaptar processos internos e adotar práticas que reduzam contingências jurídicas.

Adaptação e governança na prática

Entre as principais mudanças está a exigência de gestão estruturada de riscos ocupacionais, com registros formais e monitoramento contínuo. Isso significa que empresas precisam mapear riscos, definir responsáveis, estabelecer protocolos de prevenção e manter documentação atualizada.

A adaptação passa pela revisão de contratos de trabalho, políticas internas, programas de saúde ocupacional e fluxos de gestão de pessoas. Segundo Marques, muitas empresas ainda operam com documentos genéricos ou desatualizados, o que aumenta a vulnerabilidade jurídica em caso de fiscalização ou litígio. “A empresa precisa alinhar contrato, cultura e rotina operacional. Quando a norma existe apenas no papel, o risco jurídico permanece”, afirma.

O papel das lideranças e a sustentabilidade do negócio

Ele também destaca que práticas simples de governança ajudam a reduzir contingências trabalhistas. Entre elas estão o registro adequado de jornadas e atividades, a formalização de responsabilidades internas, a implementação efetiva do Programa de Gerenciamento de Riscos e o acompanhamento periódico das condições de trabalho.

Outro ponto relevante é a capacitação das lideranças. “Grande parte dos conflitos trabalhistas nasce na gestão direta das equipes. Quando líderes entendem suas responsabilidades legais e operacionais, a empresa reduz significativamente a exposição a passivos”, diz.

Na visão de Marques, pequenas e médias empresas precisam abandonar a visão de que compliance e estrutura jurídica são preocupações exclusivas de grandes corporações. “Empresas que crescem sem estrutura acumulam risco. Governança, contratos bem definidos e gestão preventiva são fatores que protegem o negócio e garantem sustentabilidade no longo prazo.”

A tendência é que o ambiente regulatório continue exigindo maior profissionalização da gestão empresarial. Normas relacionadas à saúde ocupacional, segurança do trabalho e bem-estar organizacional devem ganhar ainda mais relevância nos próximos anos, acompanhando a ampliação da fiscalização e da judicialização das relações de trabalho.

Inteligência artificial, regulação e consumo digital colocam o mercado de infoprodutos diante de seu maior desafio

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Nova associação reúne lideranças do setor em São Paulo para discutir os rumos de uma indústria que movimenta bilhões e ganha peso nas discussões sobre economia digital

A rápida expansão da inteligência artificial, o avanço das discussões sobre regulamentação das plataformas digitais e o aumento da pressão por mais transparência nas relações de consumo estão redesenhando as regras de um dos segmentos mais dinâmicos da economia digital brasileira: o mercado de infoprodutos.

Diante deste cenário, nasce a Associação Brasileira de Infoprodutores (ABIP), primeira entidade criada para representar institucionalmente produtores de conteúdo, especialistas, educadores digitais e empresas que atuam na chamada economia do conhecimento. O início das atividades da associação será marcado por um encontro reservado entre lideranças do setor no próximo dia 11 de junho, em São Paulo, para discutir os principais desafios que devem impactar os negócios digitais nos próximos anos.

Presidida pela advogada Fernanda Marinela, referência nacional em Direito Administrativo e regulação, a entidade surge em um momento em que governos, empresas e plataformas buscam respostas para temas como inteligência artificial, responsabilidade digital, proteção ao consumidor, tributação e segurança jurídica.

Segundo Fernanda, a velocidade das transformações tecnológicas tornou inevitável a necessidade de uma representação institucional capaz de acompanhar as mudanças regulatórias que afetam diretamente empresas e profissionais da economia digital.

“Estamos falando de um setor que gera negócios, empregos, capacitação profissional e movimenta uma parcela crescente da economia digital. As discussões sobre regulação, inteligência artificial e relações de consumo terão impacto direto sobre milhões de empreendedores e consumidores nos próximos anos. A ABIP nasce para participar desse debate de forma técnica e construtiva”, afirma.

O encontro promovido pela associação reunirá empresários, especialistas e representantes do ecossistema digital para discutir o futuro do mercado brasileiro de conhecimento online, em um momento em que o setor busca consolidar sua maturidade institucional e ampliar sua participação nas discussões econômicas e regulatórias do país.

O conhecimento virou ativo econômico

A transformação digital permitiu que especialistas, professores, consultores e empreendedores escalassem conhecimento por meio de cursos online, mentorias, comunidades, assinaturas e programas de capacitação. O movimento criou uma nova categoria econômica baseada na comercialização de conhecimento e acelerou a profissionalização do setor.

Ao mesmo tempo, o crescimento do mercado trouxe desafios relacionados à proteção de dados, propriedade intelectual, responsabilidade civil, publicidade digital e segurança jurídica, temas que passaram a ocupar espaço crescente nas agendas regulatórias do Brasil e do exterior.

Para Fernanda Marinela, o próximo ciclo de crescimento da economia digital dependerá da capacidade de equilibrar inovação, proteção ao consumidor e previsibilidade regulatória.

“Os setores que conseguem dialogar com a sociedade e com o poder público tendem a amadurecer de forma mais sustentável. A economia do conhecimento chegou a esse momento”, afirma.

Um setor que busca voz própria

Entre as prioridades da ABIP estão o acompanhamento de projetos de lei, a produção de estudos sobre a economia digital, a defesa de boas práticas de mercado e o fortalecimento da segurança jurídica para negócios digitais.

A expectativa da entidade é contribuir para que o mercado de infoprodutos participe de forma mais ativa das discussões que envolvem tecnologia, inovação, empreendedorismo e desenvolvimento econômico, consolidando sua posição como um dos segmentos mais relevantes da nova economia brasileira

Projeto Replay celebra 40 anos do álbum “Exagerado” de Cazuza, com Ludmilla em versão r&b e convidados 

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Nova temporada do programa traz versões das faixas do disco cantadas por talentos da música brasileira; episódio de estreia também apresenta versão de “Medieval II” na voz de Mateus Fazendo Rock

Projeto Replay inicia sua nova temporada mergulhando uma grande efeméride da música brasileira: os 40 anos de “Exagerado”, álbum que marcou o início da carreira solo de Cazuza. A estreia acontece nesta segunda-feira, 9 de junho, às 21h, no canal Bis e Globoplay. Em um momento de total sinergia com o mercado, coincide com a homenagem a Cazuza no Prêmio da Música Brasileira, nesta terça-feira (10), no Rio de Janeiro.

Com direção artística de Anna Butler e Pablo Marques, a nova temporada reúne LudmillaMateus Fazeno RockUriasJadsaJohnny HookerCattoMaria BeraldoGetúlio AbelhaRaquel e Thalin na nova temporada de 10 episódios, em que cada artista tem total liberdade criativa para reinventar as faixas em um álbum completo que chega às plataformas digitais junto à estreia na TV. Seguindo o sucesso da primeira temporada, em que o vinil de Acabou Chorare tornou-se raridade, sendo comercializado por até R$1.200,00 em marketplaces, o novo projeto ganhará uma edição limitada em vinil este ano.

Um dos nomes mais importantes da música no país, Ludmilla, é quem assume a faixa-título no primeiro episódio, apresentando uma versão bem diferente do rock original.  A cantora imprimiu uma sonoridade Soul/Black music ao clássico: “O desafio foi achar esse meio termo entre continuar Exagerado e manter a conexão com a minha fase atual do R&B”, explica a cantora sobre o processo criativo. A faixa contou com a produção de Castilhol, um de seus grandes parceiros musicais.

A participação de Ludmilla atende a um pedido por “surpresas” da mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, que acompanhou o projeto desde o início e queria nomes inesperados para homenagear o filho. “A Lucinha nos pediu apenas para ser surpreendida, já que o Cazuza recebe homenagens o tempo todo e é difícil fazer algo realmente diferente. Acho que conseguimos isso trazendo a Ludmilla, um nome inesperado para esse universo. O encontro das duas no estúdio foi uma surpresa total para ambas e o resultado foi emocionante. Musicalmente, a Ludmilla entregou uma versão completamente diferente de tudo que já fizeram do Cazuza até hoje”, avalia José Francisco Tapajós, idealizador e diretor-geral do Replay.

O encontro entre as duas, gravado em um estúdio no Rio de Janeiro, é um dos pontos altos do último episódio. O impacto foi tão positivo que Lucinha indicou Ludmilla para interpretar a versão do “Replay” na cerimônia do Prêmio da Música Brasileira, no dia 10 de maio, onde Cazuza será o grande homenageado. A artista também estampa a capa do álbum em uma pose que homenageia a foto original de Cazuza, mas com sua própria identidade.

“Vim sem expectativa nenhuma, não me contaram detalhes, e fiquei docemente surpreendida. Qualquer coisa do Cazuza me surpreende, mas desta vez foi demais, excedeu a expectativa”, diz Lucinha. “Conhecer pessoalmente a Lucinha, pra mim, foi muito importante. Sem a bênção dela, não teria projeto”, reconhece o diretor.

A nova geração em foco

Além de Lud, o primeiro episódio dá grande ênfase a Mateus Fazeno Rock. O cantor de Fortaleza, conhecido por sua performance visceral e poética, traz uma versão visceral de “Medieval II”. Para a direção do projeto, Mateus personifica o “espírito Cazuza” na nova geração, unindo a força interpretativa à estética contemporânea. A conexão do artista com Cazuza e a faixa escolhida começou na adolescência. “Tinha um programa de TV com performances ao vivo dos artistas daquela época, final dos anos 80, início dos anos 90 e com Cazuza cantando quatro ou cinco músicas de “Exagerado” e tem justamente um vídeo dele cantando “MedievaI II”. Com aquele sotaque carioca, aquela entonação meio de embriaguez. Foi lá que eu vi pela primeira vez. Como esse refrão ficou muito na minha cabeça, na hora eu já sabia que queria cantar essa [no programa].” 

Tapajós reforça como a liberdade criativa amplia a qualidade do projeto também na nova temporada, que, além de revelar os processos artísticos, apresenta uma performance exclusiva dos artistas convidados em estúdio. “Cada convidado faz o que quer com a sua versão, o que permite que o disco percorra caminhos sonoros muito distintos. O processo de escolha das músicas é fluido: em alguns casos nós sugerimos o que achamos que combina, em outros o próprio artista pede uma faixa específica, como a Catto, que quis gravar ‘Codinome Beija-Flor’. Nós fazemos o convite e recebemos a versão sem saber exatamente o que vem, o que garante o frescor e a identidade única de cada faixa do projeto”. 

Ao longo da temporada, o programa mescla novos artistas com nomes de sucesso como Urias, Catto e Johnny Hooker, a cada episódio. Urias, referência entre o público LGBTQIAPN+, interpreta uma nova versão de “Cúmplice” refletindo a fase mais madura de sua carreira. Enquanto Catto e Jonny cantam  “Codinome Beija-Flor”e “Balada de um Vagabundo”,respectivamente. Confira o line-up da temporada 2026 (ordem dos episódios):

1. Ludmilla – Exagerado (Estreia dia 09/05)

2. Mateus Fazeno Rock – Medieval II

3. Urias – Cúmplice

4. Jadsa – Mal Nenhum

5. Johnny Hooker – Balada de um Vagabundo

6. Catto – Codinome Beija-Flor

7. Maria Beraldo – Desastre Mental

8. Getúlio Abelha – Boa Vida

9. Raquel – Só as Mães São Felizes

10. Thalin – Rock da Descerebração

Sobre a Mescla Entretenimento 

A Mescla é uma produtora audiovisual especializada em criar narrativas inovadoras e formatos originais para canais, marcas e plataformas de streaming. Entre os principais projetos da empresa estão o Bar Aberto, o primeiro reality show de coquetaria do país, atualmente em sua terceira  temporada e assistido por mais de 30 milhões de pessoas, e uma parceria com a Pernod Ricard Brasil.

Com um núcleo dedicado a projetos musicais, a Mescla é idealizadora e produtora de projetos como Som na Sala (Globoplay), que leva artistas como Arnaldo Antunes e Samuel Rosa para um pocket show intimista, e Replay (Globoplay), que regrava os principais discos da música brasileira com novos talentos. Também produzimos a série documental Músicos de Rua (Globo) que selecionou três artistas para se apresentarem no Rock in Rio, em parceria com o Itaú e o documentário Back in Town, sobre o artista Nick Cave.

Entre nossas mais recentes produções no gênero documental estão os longas Com as próprias mãos, em parceria com o canal Curta!, lançado em 2023 e ganhador de diversos prêmios nacionais e internacionais, e a série documental Homens sem Lei (History Channel), elogiada por público e crítica. Atualmente, a produtora também desenvolve um documentário sobre a cantora, empresária e ativista Raquel Virginia.

FICHA TÉCNICA (reduzida)

IDEALIZAÇÃO E DIREÇÃO GERAL

José Francisco Tapajós

PRODUÇÃO

Mescla Entretenimento

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Renata Azevedo Figueira

DIREÇÃO ARTÍSTICA 

Anna Butler

Pablo Marques

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

Elisa Mendes

DIREÇÃO DE ARTE

Camila Camargo

MONTAGEM 

Diogo Ekizian

MIXAGEM E MASTERIZAÇÃO

Jander Antunes

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Bruna Alves – Lá Comunicação

brunaalvesbas@gmail.com

(11) 99299-8584